Mulheres que pilotam motos ( e amam)!!!

Da série Mulheres no mundo das 2 Rodas que amam pilotar motos vamos falar hoje sobre a Piloto de Moto Anna Salles que é carioca, da cidade de Cabo Frio.

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Sumário

Mulheres que amam pilotar motos

Da série Mulheres no mundo das 2 Rodas que amam pilotar motos vamos falar hoje sobre a Piloto de Moto Anna Salles que é carioca, da cidade de Cabo Frio.

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Em 2017 , a Piloto Anna Salles estreou nas Pistas pela equipe  Moretti Racing Team, e rapidamente se destacou  nas etapas do SuperBike Brasil mostrando um enorme talento na categoria Copa Honda CBR 500R Light. A Piloto conheceu as corridas oficiais por meio do projeto ‘Vem Para a Pista Mulherada’, desenvolvido pela piloto Márcia Reis no ano de  2015.

A Anna, como toda boa carioca que se preza, rapidamente se enturmou com todos no Superbike e também nos track days , e embora tenha muita dificuldade para treinar por estar longe de São Paulo, ela compensa essa distância através de muita dedicação e também muito estudo técnico quando está longe das pistas.

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Fã declarada do Piloto Alexandre Barros, ela escolheu correr com o #4 por conta do Piloto e também por ser o mês do seu aniversário e ela conta essa e outras muitas histórias em suas mídias sociais  no Facebook Anna Salles   e no Instagram anna600rr ( clique no nome para ir ao perfil ) , e no Youtube o Canal dela é o ; , e ela também tem um pai que pilota junto , e um namorado que também pilota…Leandro Douglas de Souza  .  Portanto a adrenalina é de família e de escolha( namorado piloto).

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E segue uma entrevista muito bacana com a Piloto , feita pelo pessoal da Moto Entrevista-   http://vivocommoto.com.br/moto-entrevista-anna-salles-4/

Moto Entrevista – Anna Salles #4

Fala Galera, temos mais uma representante do time feminino na SuperBike Brasil (que venham muitooo mais), a piloto cabo-friense (RJ) da equipe Moretti Racing que foi criada em meados de 2015, pelo chefe Octávio Sereno e a piloto Márcia Reis é destaque por incentivar e atuar na inserção de mais mulheres na motovelô.

A piloto entrou neste ‘mundo” por meio do projeto “Vem Para a Pista Mulherada” também de Márcia Reis.

Em sua primeira temporada já é a quinta colocada com 55 pontos nas três categorias (Estadual, Nacional e Feminina) uma evolução fantástica para quem só tinha pouca experiência nas pistas. está cada vez está mais requisitada para entrevistas em rádios e outros meios de comunicação, ascensão em todos os sentidos.

1 – De onde surgiu a paixão por motos?

Então, sempre gostei de moto, mas jamais imaginei que essa paixão pudesse ocupar tanto na minha vida assim. Quando tirei carteira foi por questão de precaução e quando fiz meu primeiro curso de pilotagem, vi que realmente seria mais do que só “saber andar de moto”. Meu pai sempre me incentivou muito, então acredito que grande parte dessa paixão herdei dele.

2 – No dia a dia você utiliza moto, qual cilindrada?

Sim, como estou competindo na 500cc, acabei deixando a 600cc para uso. Mas a que mais uso no dia-a-dia é uma motoneta por causa da praticidade.

3 – Além de piloto qual sua profissão?

Sou enfermeira.

4 – Dê uma dica ou sugestão para quem quer começar na motovelocidade.

Não desista se encontrar dificuldades, que são constantes nesse meio. Continue acreditando, treinando e batalhando por isso, que um dia chega lá.

5 – O primeiro tombo a gente nunca esquece, qual foi o seu e onde?

Ah, foi em Londrina, na 5ª etapa do SBK. Cometi um erro na corrida, e acabei indo para o chão, mas graças a Deus sem grandes danos.

6 – Qual foi o seu primeiro passo para se tornar um piloto e qual a maior dificuldade encontrada neste caminho?

Treinar em trackdays é a chave para começar a ver evolução nas pistas, e daí é preciso pesquisar bem, se preparar e conhecer equipes que possam fazer o apoio de box durante as competições. Sem dúvidas, a maior dificuldade é a falta de incentivo, patrocínio nesse meio é bem difícil, e tudo é muito caro nesse esporte. Precisa correr bastante atrás, mas não é impossível de conseguir. 

7 – Como é compartilhar suas experiências nas redes sociais com mais de 36 mil seguidores no instagram e 1100 no youtube.

É maravilhoso poder compartilhar com cada um toda minha trajetória e a troca de experiências é fantástica! Recebo críticas, elogios e respondo a cada um, sou muito grata por conseguir atender a todos, tirar dúvidas e poder incentivar no esporte.

8 -Qual conselho para uma melhor pilotagem você deixaria para os motociclistas que acompanham sua carreira?

Preparo físico e trackday. O preparo com aeróbico, é fundamental para você aguentar o desgaste físico até mesmo nos trackdays. E os trackdays para que venha a evolução na pilotagem que te deixe pronta para encarar uma competição.

9 – Conte um pouco de sua história dentro da motovelocidade, suas principais conquistas e seus objetivos.

Comecei a competir em maio desse ano, na 2ª etapa do SBK e decidi que faria o restante da temporada. Tirando a queda de londrina, subi no pódio em todas as etapas, alcançando resultados ótimos ao longo do fim de semana de cada competição, porque é assim: na sexta são treinos livres cronometrados, sábado os treinos são cronometrados e os resultados de tempo definem a posição que cada um vai largar no grid da corrida de domingo.

10 – Quais são as principais características que um piloto deve ter para um bom desempenho nas corridas?

Tem que ser focado, estudar mesmo! Fui aprendendo ao longo dessas etapas a gravar os treinos e assistir no notebook a noite no hotel, pegar o mapa impresso e refazer a relação de marchas, marcas de frenagem, tudo, para no dia seguinte corrigir os erros e buscar um resultado melhor. 

11 – Como você avalia seu desempenho até o momento na temporada 2017?

Estou muito satisfeita com meus resultados, tendo em vista que é minha primeira vez em várias pistas, conseguindo melhorar bastante meu tempo de sexta até cada corrida. E espero que continue nessa progressiva evolução para melhores resultados na temporada que vem.

12 – O número de sua moto é “4” como escolheu, existe algo especial?

Sim, além de ser o mês do meu nascimento, 4 é também o numeral de um grande ídolo na motovelocidade, o piloto Alexandre Barros, único brasileiro a correr no Moto GP e a ganhar do mito, Valentino Rossi.

13 – Além é claro das cilindradas qual a maior diferença em competir pela 500cc e 600cc ?

São motos totalmente diferentes. Apesar de serem 100 cilindradas de diferença apenas, a potência é muito diferente. Enquanto a 500 chega a no máximo, 50cv, uma 600 pode bater 130cv sem muitas alterações. Então a tocada é completamente diferente.

ladies of the road #ladiesoftheroad
Conjunto dainese feminino sp
Conjunto dainese feminino sp

Pessoal neste próximo domingo (26/11/2017) será disputada a 8ª e ultima etapa do campeonato vale muito a pena (quem puder) ir a Interlagos ou ainda assistir ao vivo pelo site http://www.superbike.com.br/

Assista logo abaixo os serviços da Ellegancy Costuras com motociclista como: ajustes em macacão de motociclista, ajustes em jaqueta de couro, ajustes em roupas de qualidade, etc, venha nos conhecer em uma das nossas unidades que será um enorme prazer atendê-la (o).

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