Louis Hamilton fala sobre Racismo

” Sinto muito racismo Eu queria bater na criança que disse alguma coisa, mas meu pai sempre disse: ‘Fale na pista ― bata o garoto, isso é mais poderoso’” contou.

“Ação fala mais alto do que palavras. Vença o campeonato e isso vai silenciá-lo”, concluiu.

 

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Eu sou fã do Profissional que ele é- agora virei mais fã dele e do Pai .

http://grandepremio.uol.com.br/…/hamilton-admite-ser-fa-da-…

Minha opinião sobre isso ( Sérgio).

Eu nunca gostei de falar sobre racismo, até porquê nunca fui vítima( embora haja racismo social, entre outros), mas eu tinha um grande amigo na infância e na adolescência que era negro, e quando íamos aos Estádios de futebol ele era extremamente revistado por policiais( as vezes até policial negro), ao passo que em mim mal mexiam nos bolsos, mesmo os policiais vendo que eu e ele estávamos juntos.

Uma vez meio sem jeito eu perguntei para ele o quão incômodo era ser vítima de racismo, e com muita elegância ele me disse:

” Sergínho, é de chorar. Mas eu tenho em mim que pra minha vida ir bem é necessário que eu fique longe da companhia de pessoas más, e essas pessoas por mais que me machuquem elas já se mostram más, então sei que é delas que tenho que me afastar”.

 

Enfim… parabéns ao Pai do Louis Hamilton que o ensinou a passar por cima do racismo com carros de Kart, de fórmula 3, fórmula 2 e Fórmula 1.

Ele já recebeu os parabéns pessoalmente da Raínha da Inglaterra e é admirado no Mundo todo !!!

 

Segue a matéria na íntegra, conforme link acima citado :

 

Hamilton admite ser “fã da companhia e da marca”, mas fala em tornar vida da Ferrari “miserável” nos próximos anos

 

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Lewis Hamilton admitiu ser um fã da marca Ferrari, mas falou em tornar a vida da rival e de Sebastian Vettel miserável nos próximos anos. O britânico está perto de conquistar o tetracampeonato depois de uma temporada de rivalidade com o germânico

Lewis Hamilton afirmou que fica “feliz” em tornar a vida da Ferrari e de Sebastian Vettel “miserável” nos próximos anos. Ainda assim, o britânico admitiu ser fã da marca e da companhia de Maranello.

No último fim de semana, Hamilton venceu Vettel no GP dos Estados Unidos e deu mais um importante passo em direção ao tetracampeonato, que pode ser definido já neste fim de semana, no México.

 

“Eu vejo o carro vermelho e sou fã da companhia e da marca”, disse Hamilton em entrevista ao jornal britânico ‘The Sun’.

Ainda assim, Lewis não mostrou interesse em guiar pela escuderia de Maranello, já que entende que a Ferrari também não quer contar com seus serviços.

“Seria uma honra para qualquer piloto guiar aqueles carros, mas não foi uma opção. Se a Ferrari me quisesse, eles teriam me abordado. Quero trabalhar com pessoas que me querem. Se não me querem, não é uma opção”, ponderou.

“Fico feliz em tornar a vida deles miserável nos próximos anos. Sebastian acabou de renovar, então para mim e para a Mercedes, nossa meta é tornar a vida dele e da Ferrari infeliz pelos próximos três anos!”, comentou.

Ainda, Hamilton recordou o incidente em Baku, mas ressaltou que existe muito respeito entre ele e Vettel.

“A forma como Sebastian se comportou em Baku e o que ele faz não tem nenhuma influencia em mim ou em quão grande posso ser. Sei onde estou em termos de ser um rival para ele e acho que ele também sabe disso. Sempre tem respeito. Eu não penso: ‘Você fez isso comigo’. Não é importante”, declarou. “Isso vem desde a minha infância. Sinto muito racismo. Eu queria bater na criança que disse alguma coisa, mas meu pai sempre disse: ‘Fale na pista ― bata o garoto, isso é mais poderoso’” contou.

 

“Ação fala mais alto do que palavras. Vença o campeonato e isso vai silenciá-lo”, concluiu.

 

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